A frase surgiu com o presidente Getúlio Vargas, para exaltar as capacidades agrícolas brasileiras, que proclamou a frase: “O Brasil é o celeiro do mundo”, e hodiernamente, com novo avanço do Brasil, a expressiva frase voltou a ser usada.
É cediço que o Brasil alimenta mais de 900 milhões de pessoas por ano, utilizando aproximadamente 10,6% de seu território para atividades rurais, sendo cerca de 90 milhões de hectares destinados à agricultura, e 150 milhões de hectares destinados à pecuária.
Vale ressaltar, que o Brasil tem um clima e condições diversificadas, o que permite o cultivo de grandes variedades de culturas.
Apesar de robusta a área de lavoura e pecuária, tudo acontece sem devastação ao meio ambiente, e sem desmatar a reserva legal e de preservação permanente.
Em que pese que muitas matérias “jornalísticas” falam mal do agro, com objetivo estranho ao interesse público, mas sim de interesse pessoais.
Não é de se estranhar, pois existiram diversas tentativas de intervenções estrangeiras seja politicamente, ONGs, empresários que tentam “internacionalizar” a Amazônia para explorar nossas riquezas naturais, com narrativas mídia dramáticas e preservadoras.
Nós atuantes no agronegócio sabemos quanto é exigido a preservação do meio ambiente pelos órgãos fiscais, bancos, e empresas que fomentam o agro.
Inclusive, segundo Organização das Nações Unidas (ONU) – o Brasil é um dos países que mais preservam o meio ambiente, e dedicam-se à proteção de vegetação nativa; e entre as dez maiores nações do mundo em extensão territorial o Brasil está na liderança como país que mais protege a Floresta. (Publicada em estudo sobre áreas protegidas no Planeta).
Além disto, segundo a ONU afirmou em seu relatório de perspectivas agrícolas de 2015, que até 2024 o Brasil tornará o maior exportador de produtos agrícolas do mundo, mesmo estimando que o Brasil oscilando entre 4º e 5º maior produtor agrícola do planeta, que estima que em 2023 ficará atrás apenas da China, Índia, Estados Unidos.
O cerne da questão, é que o Brasil aumentando a produção pode fornecer alimento e água para mais de 7 bilhões de pessoas no mundo, ou seja, quase toda população mundial, considerando que a população mundial perfaz hoje em 9 bilhões de pessoas. E de forma impressionante, só a Bacia Amazônica possui, sozinha, reserva subterrânea de água para sustentar toda população do planeta por 250 anos.
Ressalta que o Brasil é o grande celeiro do mundo e de forma sustentável, e devido à grande extensão de terras em nosso país, possuímos extensas terras para ainda expandir a produção agrícola sem desmatamento, em terras plantáveis que não estão localizadas em florestas nativas.
Destarte, em virtude da nossa ampla riqueza de biodiversidade, o mundo está de olho no GRANDE CELEIRO DO MUNDO, e no PAÍS DO FUTURO pelo grande potencial de produção agropecuária que o Brasil possui.
Por fim, cabe a todos os Brasileiros preservar, como nossa eterna propriedade nossas biodiversidades, pois estamos no rumo certo para tornarmos a grande potência mundial, e alimentar o mundo todo.
Por Dr.ª Flaviane Ramalho é advogada há 19 anos, mato-grossense nascida em Cuiabá, com escritório de advocacia “Flaviane Ramalho – Advocacia e Assessoria Jurídica do Agronegócio” sediado em Sapezal/MT desde 2005, graduada em Faculdade de Direito pela UNIC em 2004, Pós-Graduada em Direito Agrário pela UNIARA – Universidade de Araraquara/SP, Pós-Graduada em Direito Previdenciário pela UNOPAR – Faculdades Integradas Norte do Paraná, Pós-graduanda em Agronegócio – EBRADI – Escola Brasileira de Direito, Associada ABRADA – Academia de Direito do Agronegócio, Secretária Adjunta da Comissão de Direito Agrário e assuntos Fundiários do IMAN – Instituto Mato-grossense de Advocacia Network, Secretária Adjunta da Comissão de Direito Ambiental do IMAN – Instituto Mato-grossense de Advocacia Network, Membro da Comissão de Infância e Juventude da IMAN – Instituto Mato-grossense de Advocacia Network,. Membro da Comissão de Infância e Juventude da OAB/MT, Membro Efetivo da Comissão de Defesa dos Honorários Advocatícios da OABMT, Membro efetivo da Comissão da Igualdade Racial da OABMT.